OPINIÃO DO RIBEIRO/ REF ADM PUBLICA – PEC 241.

 OPINIÃO DO RIBEIRO/ REF ADM PUBLICA-PEC 241

12out16/ Posso falar também, mesmo porque muitos não sabem o que diz e estão dizendo; Disseram até, que nem os deputados sabem o que estão votando.Quem tem certeza mesmo do que esta sendo votado, acho ser, Ministro Meireles e Presidente Temer.

Eu como pouco, ou quase nada sei,acho que alguma coisa tem de ser feito sim, pois do jeito que caminha as coisas, não pode continuar.
Eu, na minha mais brutal ignorância, acho que a Administração publica do Brasil, desde muito tempo, desde os incentivos irresponsáveis do Governo PT, que tudo fazia para se manter no poder, vem caminhando para um descontrole fatal da economia. E pelo que diz esta chegando ao fim da linha e, por isto Michel Temer, esta agindo.
No governo PT o que se viu ao longo dos anos, foi incentivo indiscriminado as mais diversas modalidades de BOLSAS, sempre regrada com corrupção. Criaram tambem indiscriminadamente campos Universitários, sem a menor estrutura,e hj esta correndo o risco de serem fechadas, por faltar condições. A “cumpanheirada” nadaram de braçadas e agora estão afogando, perdendo seus cargos de polpudos salários.
E os Estados da Federação embarcaram nessa também, com as benesses para os mais variados postos de trabalhos, criando e encastelando pessoas, sem a menor necessidade. E aí a bolha cresceu e não dá mais pra continuar.
Michel Temer pretende com essas medidas frear os absurdos e estabilizar a administração, mas pelo jeito quem vai ser mais penalizado será a classe pobre.
E eu gostaria muito saber, o que será feito com a maquina administrativa desse Pais.O que esta instalado no Planalto, se estende para os Estados e conseqüentemente para as Prefeituras. São Instituições que gastam muito e as vezes, quase regra, desviam muito também.
Aguardar pra ver…

POST ORIGEM DA OPINIÃO ACIMA”O deputado mineiro Júlio Delgado, do PSB, apoiou o impeachment e pertence à base aliada de Michel Temer. O carioca Alessandro Molon, da Rede, boicotou o impeachment e faz oposição ao governo. Hoje, eles têm algo em comum. Votaram contra congelar por 20 anos os investimentos federais em saúde e educação, a chamada PEC 241, principal bandeira econômica de Temer.

“Os deputados não sabem no que votaram. A PEC resolve um problema fiscal do governo, mas por trás de números existem pessoas. Não dá para pagar juro da dívida pública e ignorar as pessoas”, afirma Delgado. “A população acha que é corte de gastos para os políticos e não é. É com remédio e professor”, diz Molon.

A proposta tem sido debatida com o rótulo de “teto de gastos”. É o que leva Molon a pensar que a população não se deu conta do que se trata. Afinal, quem seria a favor de gastança de verba pública? Sem compreender que “teto de gastos” significa que faltará dinheiro novo para saúde e educação por 20 anos, não houve pressão popular sobre os deputados, só o governo os pressionou, explica.

Delgado foi um participante ativo em Minas Gerais da recente eleição municipal e viu de perto o estado de escolas e hospitais públicos, os mesmos que serão sacrificados pelo congelamento de verbas sociais, as quais serão reajustadas apenas pela inflação oficial (IPCA) durante duas décadas, caso a PEC vingue. Para ele, prefeitos recém-vitoriosos podem se preparar para o pior.

Hoje, diz Delgado, o governo federal repassa aos municípios 40 centavos por aluno a título de merenda escolar, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Um valor que não compra um pãozinho, na casa de uns 50 centavos, afirma. Agora imagine congelar isso por 20 anos e só corrigir pela inflação, questiona o deputado.

Na saúde, a situação será mais grave, na opinião dele. No setor, a variação de preços é maior do que a inflação oficial – insumos de remédios sobem mais, salário de médico idem. E será o IPCA o índice usado para aumentar repasses federais a municípios pelo SUS. Os prefeitos, afirma Delgado, terão de gastar cada vez mais com saúde, vai sobrar pouco para outras áreas.

Opinião semelhante à do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, cujo partido, o PSDB, votou 100% a favor da PEC na Câmara. Em debate na Bolsa de Mercadorias e Futuros em setembro, Alckmin defendeu que os gastos públicos seguissem o crescimento econômico também. Do contrário, “vai ter problema na saúde, vai ter de mudar o SUS, e vai cair nas costas dos estados e prefeitos”.

Por ter se perfilado a Molon e aos deputados contrários ao congelamento das verbas sociais, Delgado agora será um governista monitorado pelo Palácio do Planalto. Em entrevista nesta terça-feira 11 a uma rádio, o chefe da Casa Civil de Temer, Eliseu Padilha, avisou: dissidentes serão tratados de forma diferente daqui em diante.

O Planalto de fato jogou duro para aprovar ao congelamento, proposta destinada a garantir que o pagamento de juros da dívida não será ameaçado no futuro. Dois ministros-deputados, Bruno Araújo (Cidades) e Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), foram exonerados para voltar à Câmara e evitar que seus suplentes, ambos do PSB de Delgado, votassem contra a PEC 241″.

OPINIÃO DE JOSE LUIZ BARBOSA: Boa tarde amigo José Ribeiro, para evitar polêmicas e debates acirrados na sua matéria, encaminho-lhe nossa opinião sobre sua publicação, a administração pública e a PEC 241. O Brasil foi corróido pela corrupção de todos os três poderes do estado, bem como de seus órgãos, e a polarização só interessa aos corruptos de outras siglas, pois todos os partidos e milhares de políticos se lambuzaram na corrupção, até mesmo deputados militares, então acredito que esta analise deve ser feita sem partidarismo, o que nos leva a conclusão que não podemos imputar a culpa ou responsabilidade somente a um partido, pois sabemos que todos desde o governo Sarney vem sangrando o estado pela corrupção. E a corrução deve ser combatida por todos meios, mas não podemos confundir programas sociais, ou invalida-los sob o discurso da corrupção. O que precisamos urgentemente é varrer da política todos os políticos e partidos já envolvidos com a corrupção, e isto não tem sigla, e nem corporativismo, pois se lutamos contra a corrupção, devemos começar pelo dever de casa.

Claro, que respeitando as opiniões divergentes.
Mas hoje todos grande partidos e seus politicos estão envolvidos e atolados na corrupção, e o discurso de responsabilização de um partido, ou de somente seus políticos, reforça e legitima o discurso de outros corruptos, que são muitos, e ai como “gado” todos somente veem uma coisa, enquanto há muito mais corrupção e partidos que precisam ser responsabilizados e punidos.
E adianto ao amigo que não sou petista, e nem nunca fui, mas é preciso olhar com mais profundidade e crítica a crise e a corrução na politica. Fratertno abraço!
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