OPINIÃO DO RIBEIRO -REF FUNCIONARIOS PUBLICOS E FUNCIONARIOS DAS EMPRESAS PRIVADAS, DIANTE DAS NECESSIDADES DA NAÇÃO. 10SET15

OPINIÃO DO RIBEIRO – REF FUNCIONARIOS PUBLICOS E FUNCIONARIOS DAS EMPRESAS PRIVADAS, DIANTE DAS NECESSIDADES DA NAÇÃO.

10SET15

Bem diferentes são os funcionários dos segmentos públicos dos de empresas particulares. E as dificuldades econômicas da Nação tende a se agravar, portanto carecendo esta de participação de todos, não obstante tenha sido os governantes que causaram o caos que aí está.

Funcionários públicos nos dias de hoje buscam insesantemente promoções pessoais, sem se preocuparem com o bem comum. Isto é fácil de comprovar basta vc precisar dos serviços de um. Queira Deus seja bem atendido, o que é uma raridade. E a categoria cresce, a meu ver de forma descontrolada, pois assim muitos seguimentos querem. Consulte sobre concursos e verás as muitas programações. E tem ainda os Cursos internos que consomem milhões de reais para a realização.

Vejamos um pouco do que acontecem por esse Brasilzão afora, partindo de Brasília até aos confins, discorrendo sobre:

1)ADMINISTRAÇÃO PUBLICA

I)Palacio do Planalto, Esplanada dos Ministérios, Senado e Camara Federal, abarrotados de homens e mulheres, funcionários  com altos salários, mas de concreto mesmo em beneficio do povo, pouco fazem. Quem teve oportunidade de conhecer o sistema sabe que eu estou dizendo verdade.É uma multidão de pessoas entrando e saindo dos complexos, alheios ao Brazilsão sofrido.NAS LIDES DA NET TEM SEMPRE NOTICIAS ASSIM: “Parem de roubar, reduzam o numero de ministérios para 18 ou 20 no máximo reduzam os altos salários dos 3 poderes (executivo, legislativo e judiciário), altos salários das autarquias, altos salários dos membros dos conselhos administrativos das estatais e autarquias, cortem 50% dos cargos comissionados nos 3 poderes, cortem 50% das despesas do cartão corporativo da presidência e ministérios. Vendamalgumas subsidiárias da Petrobrás e outras, cortem 50% da verba do fundo partidário.
Peça a FIFA para devolver o dinheiro das isenções fiscais para o fiasco da Copa do Mundo 2014.
Reduzam impostos dos medicamentos, alimentos e roupas.
O dinheiro vai aparecer e sobrará sem a necessidade de aumento de impostos e criação de novos impostos, e por último a saída imediata da Dilma, o Brasil vai melhorar e muito”. COM ESSE FAMIGERADO INCHAÇO DO SETOR PUBLICO FICA TUDO MAIS DIFICIL.

II)Governos Estaduais,com opulentas edificações, complexos administrativos com montões de Secretarias, Tribunais e Procuradorias,Policias Militares e Polícias Civis. Para nós Mineiros, Não precisamos ir longe. Passe pelo Centro Administrativo, bem próximo ao Aeroporto de Confins. É uma beleza com homens engravatados e as mulheres parece estarem em desfiles de modas. Na área Policial, não saberia dizer pra que tantos, sejam da PMMG ou da PC. E assim são todos os estados da Federação.

III)Governos Municipais, nos mesmos moldes, buscando sempre mais, para jogar no ralo da corrupção.Os absurdos rondam por todo o Pais. As autoridades sabem disso, mas pouco faz, mesmo porque parece que a situação esta descontrolada.

 

2)REF O BRASIL DAS EMPRESAS PRIVADAS, DAS INDÚSTRIAS E COMERCIOS EM GERAL.

Enquanto isto, nas Indústrias, Empresas privadas, Comercios, os funcionários ralam e desgastam para produzir sempre mais, pois os Empresários precisam pagar impostos. Impostos que todos os trabalhadores tbm pagam, para manter essa pesada maquina Administrativa, que fugindo a regra tem muitos corruptos na direção.

 

COMENTÁRIOS MEUS

O que acontece em Brasília é revoltante, pois é lá que gastam trilhões e para manterem-se no poder, dissemina a corrupção para todos os lugares e para isto contam com Governadores, Ministerios, Poder Judiciario, Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais, Prefeitos e Vereadores. E em torno desses milhares de aproveitadores.

Nos Estados, as cúpulas estão mais preocupadas com seus interesses pessoais e, para se segurarem, concedem benesses aos funcionários e as inexplicaveis promoções, sem que haja necessidades. Nas Secretarias, nos poderes Judiciais, nas Policias, acontecem anualmente avalanches de promoções, que não levam a nada, que não seja interesse pessoal. Quantos passaram pela vida, fazendo os “pesados” transportes de papeis pelos corredores das complexas Instituições  e por causa ganharam promoções e desfrutam do topo? Isto mesmo. Comprove indo ao centro do poder, nas Secretarias, nas Policias. As coisas estão acontecendo a toda velocidade. São promoções sem critérios, e as vezes criam mais um espaço para lotar quem foi promovido,gerando assim despesas em cascatas, que vai  estender até o já condensado sistema Previdenciario.

Porém, diz o Governo que vai editar Medidas de ajustes, pois a situação esta realmente grave.

Até quando Senhor?

VEJA O QUE SE SEGUE=

TEXTO DE GUILHERME REIS – ENVIADO POR WELINGTON OLIVEIRA

SALÁRIOS

Regalias do poder público reforçam ‘herança da senzala’
Cúpulas e servidores dos Poderes recebem renda e benesses que trabalhador comum não possui.

PUBLICADO EM 04/10/15 – 03h00

GUILHERME REIS
Em período de ajuste fiscal, o alto escalão do poder público e mesmo servidores comuns continuam recebendo salários elevados e gozando de benefícios que o trabalhador do setor privado não recebe. Auxílio-moradia, auxílio-creche, auxílio-funeral: são privilégios que elevam os salários e aumentam ainda mais o contraste, principalmente considerando-se que 82,6% dos brasileiros ganham de um a três salários mínimos.

Para especialistas, as regalias pagas à cúpula do poder público são heranças patrimonialistas de Portugal e do “ranço cultural” deixado por 373 anos de escravidão. “Quem tem o poder tende a abusar dele”. É com a citação do filósofo francês Barão de Montesquieu que o cientista político e historiador da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) Antônio Marcelo Jackson resume o fato de a elite do setor público ter acesso a benesses exclusivas.

Vide o salário de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), de deputados federais e de senadores, que bate no teto constitucional de R$ 33.763, e também os oito tipos de auxílios que os servidores do Judiciário e do Legislativo federais recebem.
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infografico Nós e eles Mais

Para Jackson, o trabalhador comum é tratado como “um simples subalterno”. “Nós tivemos 400 anos de escravidão no Brasil. Ou seja, o subalterno é tratado como se não tivesse direitos. É a visão de senzala. Por outro lado, temos a casa -grande. Quem está no poder cria e fiscaliza seus próprios benefícios. Como magistrados que recebem uma série de auxílios, e eles mesmos são responsáveis por sua fiscalização. Como disse Montesquieu, quem tem poder tende a abusar dele. É da natureza humana”, argumentou o especialista.

O ex-procurador de Justiça Rio Grande do Sul e professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) Lenio Luiz Streck analisa que a diferença de direitos entre o trabalhador comum e a cúpula do poder público tem “DNA dos colonizadores portugueses”. “Em 1808, quando a família real portuguesa chegou ao Brasil, várias pessoas foram despejadas de suas propriedades para que os imóveis fossem usados pelos servidores do governo. Temos aqui os donos do poder, que formam castas e se protegem. No Brasil, as autoridades tomam posse. Então o poder tem dono”.

Streck cita que o imaginário coletivo das “castas do poder público” ainda utiliza palavras que remetem à ideia de realeza. “Os deputados se chamam de ‘nobres colegas’. Os tribunais são chamados de Cortes. Mostra que os plebeus ficam do lado de fora”.

Para o conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Mário Lúcio Quintão, apesar de os penduricalhos terem sido criados por leis, eles podem ser moralmente questionados. “Alguns penduricalhos, como auxilio-moradia, são especificados em leis que estão em vigência há muito tempo. Vários órgãos questionam o pagamento deles. O ideal é que todos os trabalhadores tivessem esses direitos. Cabe questionamento moral nesse tema. Ainda mais em um período em que estamos passando por arrocho salarial dos trabalhadores”.

O secretário geral da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco, acredita ser melhor cortar as regalias desnecessárias. “No início do ano, os salários das cúpulas dos Três Poderes subiram. Se era pra fazer ajuste, não seria melhor segurar o aumento? Acho que existem inúmeros privilégios que deveriam ser cortados”, enfatizou.

Pressão

Solução. Para Marcelo Jackson, a sociedade civil precisa se organizar para combater as regalias do poder público. “Quando pressionados, eles lembram que são representantes, não donos do poder”.

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